Esta semana a bomba vai rebentar....
Por isso nada melhor do que introduzir já um tema musical a condizer com o que aí vem...BOMBA
Esta semana a bomba vai rebentar....
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Sob o título "Presidentes dos Conselhos Executivos reiteram pedido de suspensão da avaliação de professores", o jornal Público noticia:
"Os 212 presidentes de Conselhos Executivos (PCE) de escolas e agrupamentos de todo o país decidiram hoje, numa reunião que decorreu em Coimbra, reiterar o pedido de suspensão do modelo de avaliação de desempenho dos professores que se encontra em vigor".
...
"Relativamente aos objectivos, lembramos que não há normativos legais que obriguem à sua apresentação e por isso consideramos não haver razão para alarme", disse Isabel Le Guê. Depois, acrescentou que "o importante é que os professores percebam que são livres e que não se sintam coagidos a tomar uma decisão"
Notícia do Expresso:
"Apesar da existência de "dificuldades", o processo de avaliação do desempenho de professores está a decorrer com "normalidade" e exige um esforço de recuperação, afirmou hoje a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues".
"Está tudo a correr com normalidade. Com dificuldades, mas com normalidade", afirmou a ministra.
Como é possível conjugar "dificuldades" com "normalidade"?
É caso para dizer, como noutra circunstâcia histórica: Reina a ordem em todo o país!
Andam mesmo a querer desinquietar-nos a vida!
Testemunho da Teresa Marques na sua Teia.
A propósito de moções... a conversa deu nisto:
Edmundo Pedro, um histórico do PS, afirmou que há um total desinteresse pela discussão das moções. E disse mais: "há quem tenha medo de falar no PS".
Por sua vez, Augusto Santos Silva, ministro da propaganda, afirmou:
"Eu cá gosto é de malhar na direita e gosto de malhar com especial prazer nesses sujeitos e sujeitas que se situam de facto à direita do PS. São das forças mais conservadoras e reaccionárias que eu conheço e que gostam de se dizer de esquerda plebeia ou chique. Estou-me a referir ao PCP e ao Bloco de Esquerda".
Para ouvir na TSF
Parece que finalmente a Fenprof caiu na real, e prepara-se para ir a reboque dos pioneiros. Por vezes, vale mais tarde do que nunca!
Sob o título "Fenprof quer impugnar avaliação dos professores nos tribunais", o Público de hoje informa:
"A Fenprof anunciou esta tarde que vai avançar com um processo de impugnação em tribunal das medidas do Ministério da Educação que simplificam a avaliação dos professores, por duvidar da sua legalidade e constitucionalidade".
Além disso, a notícia esclarece que "Mário Nogueira indicou que, com base nos resultados já apurados na escolas onde terminou o prazo de entrega dos Objectivos Individuais (OI), a Fenprof calcula que no total entre 50 a 60 mil professores não entregarão os OI".
Sob o título "Fumo (Quase) Branco Na Frente De Luta Jurídica", Paulo Guinote aguça o apetite para o que aí vem.
As perspectivas não podiam ser melhores....
Deixa-os pousar!
Notícia no Público de hoje:
"Hoje, a três dias da reunião dos Presidentes dos Conselhos Executivos (PCE) marcada para o próximo sábado, em Coimbra, já há mais 52 representantes de escolas do país inscritos do que aqueles que no início de Janeiro se encontraram em Santarém para contestarem o actual modelo de avaliação de desempenho dos professores".
Por sua vez o DN informa:
"A revelação de que houve delegados sindicais a entregarem os seus objectivos individuais de avaliação está a criar mal-estar na Federação Nacional dos Professores (Fenprof). O secretário-geral da estrutura, Mário Nogueira, considera mesmo que quem o fez deve deixar essas funções"
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Manuel Alegre, Trova do vento que passa
O blog Quadro de Honra e o blog Mobilização e Unidade dos Professores têm vindo a fazer a actualização dos números.
Como se pode verificar, são muitos aqueles que resistem, que dizem não a esta avaliação.
Afinal ainda há muitos professores com espinha dorsal!
Notícia do Expesso online:
O parecer ao advogado Garcia Pereira foi encomendado por um grupo de docentes que quer contestar nas escolas e nos tribunais as regras do Ministério da Educação relativas à avaliação de desempenho.
Em duas semanas, mais de 700 professores responderam ao apelo lançado por um grupo de docentes, depositando 10 euros numa conta bancária criada exclusivamente para pagar um parecer jurídico encomendado ao advogado Garcia Pereira.
Em causa estão aspectos como eventuais penalizações pela não entrega dos objectivos individuais ou a introdução de alterações à lei através de decretos de valor jurídico inferior e que vieram simplificar a avaliação.
...
E tu, já colaboraste?
Aqui está o NIB: 001800032016735902029
Segundo o Público de hoje, "O Ministério da Educação (ME) estima que "a maioria" dos professores entregou os objectivos individuais no âmbito do processo de avaliação de desempenho, enquanto os sindicatos, também sem números concretos, garantem que "dezenas de milhares" não o fizeram".
Na Escola Secundária Vitorino Nemésio ainda se procede à contagem rigorosa. Mas uma coisa é já certa: uma esmagadora maioria não entregou os OI.
Ainda é muito cedo para contar espingardas... Na certeza porém de que nem sempre quem tem mais é que ganha a guerra (pois é disso que se trata!).
Veja-se aqui (Promova) uma outra contagem.
...Deixa-os poisar!
Notícias do país de Obama:
1. Na Florida, um casal ficou muito desgostoso com a morte do seu cão, um Lavrador de nome Sir Lancelot. Por isso pagou 155 mil dólares (cerca de 118 mil euros) para clonar o animal.
2. Natalie Dylan, uma americana de 22 anos, descobriu um verdadeiro filão: decidiu leiloar a sua virgindade. E como há gente capaz de tudo, a parada já vai nos módicos 2,88 milhões de euros.
Ou seja, aqueles que economizaram para os dias piores começam já a gastar, pois os piores dias já chegaram.
Os últimos dias foram férteis na revelação de alguns aspectos da natureza humana.
No caso dos docentes, sabemos que foram muitos os que, à última da hora, roeram a corda, e, num ápice, mandaram às urtigas compromissos que tinham tomado e os princípios em que sustentaram o que disseram e o que fizeram nos últimos tempos. Onde está a palavra de honra?
É claro que o Ministério da Educação não deixará de usar o número dos que capitularam, entregando os OI, como uma arma perante a opinião pública.
O que surpreende, na atitude daqueles que capitularam, é o facto de terem deixado cair, de um modo tão fácil, aquilo pelo qual tão empenhadamente lutaram. E ficar-nos-á sempre a dúvida se isso foi feito de modo genuíno.
E assim os vimos passar para o outro lado.
Uns, porque já nem dói nada - bastou entregar o papelinho com a meia dúzia do OI e fica automaticamente garantido o Bom - nem lhes fez grande mossa. Nestes haverá uns que embarcaram nesta via pela facilidade que ela oferecia, enquanto que outros apesar do embarque optaram, de modo consciente, por não concorrer às menções de Excelente e de Muito Bom, em consideração por aqueles que, pelo facto de continuaram fiéis aos seus princípios, decidiram ficar de fora.
Outros há que, de um modo pouco solidário com os colegas que continuam a resistir e a lutar, se vão aproveitar e beneficiar da ausência destes, para concorrerem às menções de Excelente e de Muito Bom, pois será muito mais fácil obtê-las sendo poucos a concorrer do que sendo muitos. Manda a ética que deveriam ter enjeitado esta opção, por uma questão de decoro. Não fazendo isso, ficarão sempre devedores aos restantes colegas. Quer aos que permaneceram nas trincheiras, quer aos que por decoro entregaram OI, mas não embarcaram na candidatura às menções.
Numa situação desta natureza é triste constatar que as conquistas de uns sejam feitas à custa de outros?
Depois disto, e a partir de agora, poderemos continuar a confiar na palavra e a granjear a estima daqueles que, ao roer a corda, tiraram disso proveito, e, nalguns casos, proveito duplo?
Como é que o umbigo de alguns pode ser a coisa mais importante do mundo?
Serão o medo e/ou a incerteza que farão girar uma parte do mundo?
A partir de agora o que vai mudar no clima das escolas?

Notícias de hoje:
Sol: E-mails recebidos pela Freeport ilustram amplamente a corrupção.
Público: Assessora de Manuel Pedro confirmou pagamento de "luvas" a José Sócrates
Público: Técnicos que deram parecer negativo foram afastados pelo ICN do licenciamento do Freeport
Correio da manhã: Mãe de Sócrates comprou casa a pronto a uma sociedade de offoshore.
A carta rogatória: a faísca que incendiou a pradaria
A saga continua. Não perca os próximos capítulos!
DA NÃO ENTREGA DE OBJECTIVOS INDIVIDUAIS NÃO RESULTA PERDA DE TEMPO DE SERVIÇO
Com a intenção de intimidar os professores e entregarem os objectivos individuais de avaliação, têm sido postos a circular diversos boatos, que vão desde a impossibilidade de concorrer nos próximos concursos até a alegadas perdas de tempo de serviço.
Por exemplo, há professores que foram informados, por escrito, de que, da não entrega de objectivos individuais, resultará a não contagem do tempo de serviço em avaliação para efeitos de futura progressão.
Essa informação não tem qualquer fundamento legal pelo que, sempre que um professor receba tal notificação, deverá dirigir à entidade que o/a notifica, o seguinte Requerimento:
“Eu, (nome), professor do ___ grupo, da Escola/Agrupamento ________________, venho requerer a V.ª Ex.ª, nos termos do disposto nos artigos 120.º a 122.º e 124.º do Código de Procedimento Administrativo, que me sejam dados a conhecer os fundamentos legais da informação recebida de que, por não ter entregado os objectivos individuais de avaliação, me será descontado tempo de serviço para efeitos de progressão.”
A entidade a quem é requerida esta informação fica obrigada a responder por escrito devendo o/a professor/a, logo que receber a resposta, dirigir-se ao seu Sindicato.
A Direcção
Fonte
Segundo o Público de hoje perspectivam-se algumas alterações no âmbito da formação contínua de professores.
Decorre de 2 de Fevereiro a 2 de Março, o concurso para apresentação de candidaturas ao apoio financeiro do Programa Operacional do Potencial Humano (POPH) para as acções de formação contínua de professores, para o corrente ano.
O concurso destina-se, exclusivamente, aos Centros de Formação de Associações de Escolas (CFAE) que, depois, deverão contratualizar com as restantes entidades acreditadas (ou seja, as associações profissionais e as instituições de ensino superior), dois terços da formação que cada centro vai gerir.
Isto quer dizer várias coisas:
1. As associações profissionais e as instituições de ensino superior vão deixar de poder candidatar-se directamente aos fundos comunitários, para financiarem a formação que fazem. Assim, a formação que vierem a oferecer vai ter que ser paga pelos formandos.
2. Por outro lado, as associações profissionais e as instituições de ensino superior vão passar a “trabalhar” para os CFAE, ficando na dependência destes.
3. Terminando as candidaturas em 2 de Março, lá para o final do ano, mais coisa menos coisa, deve aparecer o resultado do concurso...
A notícia acrescenta o seguinte:
“O secretário de Estado, Valter Lemos, também não aceita que os docentes tenham sido prejudicados com o atraso na disponibilização de verbas. "Certamente que fizeram formação nos últimos cinco anos ou antes." E, se não for o caso, "têm até fim de Dezembro de 2009 para fazer as 25 horas que, este ano, são necessárias à avaliação", argumentou.”
Enfim, é mais uma acha para a fogueira - que continua em combustão lenta, própria das grandes combustões.
Afinal, o burro devo ser mesmo eu…
E, de repente, o Complex virou mais um Simplex! O 2 que o 1 já foi chão que deu uvas!... Era mesmo disto que eu estava à espera! Estava a ver que nunca mais chegava a hora de entregar os objectivos individuais! Sim, porque, agora, esta já é a avaliação que eu queria! Foi por esta avaliação Simplex 2 que eu participei nas manifestações /concentrações e greves que desde o ano passado têm vindo a realizar-se! Foi por esta avaliação Simplex 2 que eu assinei as várias moções com as quais concordei e nas quais assumi que não participaria mais neste modelo de avaliação! Ah! Mas era o Complex! Agora, não! É o Simplex! O 2! O Complex? As quotas? Uf! Isso já lá vai! Consegui que tudo fosse substituído! Valeu a pena todo o meu esforço! Pelo menos até ao próximo ano sou avaliado sem ser pelo Complex! Para o ano regressa o Complex?! Não me vão apanhar desprevenido! Podem contar comigo! Serei o exemplo de coerência e de dignidade que fui este ano! Cá estarei pronto para mais umas manifestações e umas greves! Nem que seja sozinho! Sim, que pela defesa da dignidade da minha classe não há sacrifício que eu não faça! E como não há duas sem três… cá fico à espera do Simplex 3!
José Aníbal Félix de Carvalho – Professor NEDOI (não entregou os objectivos individuais) da Escola Sec. S. Pedro – Vila Real
Publicado por Promova
Segundo o DN de hoje, "O advogado Garcia Pereira vai emitir, "no início da próxima semana", um parecer sobre a entrega de objectivos individuais, onde deverá sustentar a existência de inconstitucionalidades na forma como a avaliação de desempenho foi posta em prática".
Agora é que isto vai animar!...
Acrescente-se que Garcia Pereira foi "contratado" por um grupo de docentes, para realizar este trabalho. Paulo Guinote é um dos promotores da iniciativa.
Acontece que vai ser necessário pagar a Garcia Pereira. Por isso, todas as ajudas são bem-vindas para a conta colectiva que está já em andamento. Do género: 5€, 10€, etc...
Fica o número da conta bancária para depósito ou transferência:
NIB: 001800032016735902029
IBAN: PT50001800032016735902029
Vejo, com mágoa, que são muitos os que começam a abandonar o barco. Vejo com mágoa, que muitos saltam a cerca e se passam para o outro lado. E não compreendo como é que o que até agora fez sentido, de repente, deixou de fazer. Que sentido tiveram as greves e as manifestações que fizemos? Que sentido têm as posições que, colectivamente, assumimos?
O que é que mudou? O modelo de avaliação, nós mesmos ou as duas coisas? Como é que o facilitismo do simplex pode fazer com que deixe de fazer sentido tudo aquilo que fizemos até agora? Como podemos, tão facilmente, vender-nos por um prato de lentilhas?
Todos temos razões para vacilar. Cada qual terá, para si mesmo e para os restantes colegas, uma mão cheia de argumentos, provavelmente válidos e presumivelmente justos. Argumentos para abdicar todos temos, pois são os mais fáceis de arranjar. Apesar de válidos e de justos. Eu também tenho os meus que, em substância, não diferem dos da maioria.
Mas quando os coloco num dos pratos da abalança os argumentos que tenho (e que são muitos) para entregar os objectivos individuais, tenho também que colocar no outro prato os argumentos de natureza contrária. Estes, apesar de serem menos, têm o peso dos valores intemporais e, por isso, valem mais. Estou a falar de coerência, dignidade, verticalidade e ética.
Não me vergo, por muito que isso me possa vir a custar os mais diversos dissabores, em termos pessoais e profissionais.
Não me vergo, apesar de saber que outros podem beneficiar da minha verticalidade. Espero que lhes faça bom proveito.
Não sou, nem quero ser, herói nem mártir. Mas, como tudo tem um preço, neste caso assumo a minha responsabilidade e espero que cada qual saiba assumir a sua.
Não pactuo com este modelo de avaliação, edificado sobre uma divisão artificial da carreira em professores e professores titulares, onde muitos destes chegaram não pelo mérito mas por via administrativa.
Não pactuo com este modelo de avaliação, assente sobre quotas que servem propósitos meramente economicistas.
Não pactuo com este modelo, dito de avaliação do desempenho, mas mais preocupado com a avaliação da eficácia do que do desempenho, que abdica de ambas, na sua versão simplex,
Não pactuo com este modelo de avaliação na sua versão simplex, pois isso equivaleria a aceitar a filosofia e os princípios que lhe estão subjacentes.
Não pactuo com este modelo de avaliação na sua versão simplex, porque é imoral definir, a menos de cinco meses do final deste ciclo de avaliação, os objectivos que deveriam ter sido estabelecidos no seu início e válidos para dois anos.
Não pactuo com este modelo de avaliação na sua versão simplex, porque se tornou uma caricatura do que é uma avaliação.
Não pactuo com este modelo de avaliação, por mais voltas que lhe dêem e por mais simplex que o tornem, pois é hediondo, na sua génese.
Não sei bem o que me espera pelo facto de ter decidido não entregar os objectivos individuais. Não sei bem as consequências que aí vêm. Sejam quais forem, cá estarei, no meu posto, confiante que posso continuar a viver de cabeça bem erguida. Numa postura vertical.
E se outros vierem a beneficiar desta minha atitude, espero que vivam bem e que sejam muito felizes com o benefício que a minha postura, eventualmente, lhes possa proporcionar.
Hoje sinto muito orgulho nesta minha atitude e, consequentemente, em ser professor. Lamento que muitos outros não possam dizer o mesmo. Mas dos fracos não reza a história!
Lisboa,28 de Janeiro de 2009
Gonçalo Simões
O site do Ministério da Educação continua com a propaganda do costume. Aí se diz hoje:
"O estudo sobre a reorganização do ensino no 1.º ciclo, realizado por uma equipa de peritos internacionais independentes, elogia as melhorias introduzidas neste nível de ensino, nos três últimos anos, apresentando recomendações para que as medidas continuem a ser desenvolvidas de uma forma positiva".
O que aí não se diz é que o estudo foi uma encomenda do governo, que foi bem paga. Mal pudera que os peritos internacionais não viessem elogiar. Então paga-se para quê? É o que se chame dinheiro bem empregue!
Veja-se aqui a contra-análise do insuspeito Matias Alves. Arrasadora.
Ramiro Marques faz igualmente uma análise exaustiva e crítica.
Resposta da DGRHE a um PCE, sobre o que fazer no caso dos professores que não entregam objectivos individuais:
“Recorda-se ainda que os normativos que regulam o modelo de avaliação de desempenho estabelecem princípios e orientações de carácter geral e a avaliação de desempenho docente concretiza-se no respeito pela especificidade e autonomia de cada escola. Neste contexto a escola deve definir se avalia os docentes que não procederam à entrega dos objectivos individuais, do mesmo modo que deve decidir se define os objectivos para os docentes que os não entregarem.
Com os melhores cumprimentos
DGRHE.”
O que se pode concluir daqui é que haverá procedimentos muito diversos a nível nacional. Cada escola fará como entender.... É a república das bananas!
Cavaco Silva inaugurou hoje o canal da Presidência da República no Youtube. Aqui
Além disso, a Presidência também está presente no Sapo Vídeos, Flickr e Twitter, onde disponibiliza informação relativa às iniciativas que toma.
É um claro sinal de que o PR não quer perder o comboio das novas tecnologias. Ainda bem!



