18 fevereiro, 2006

Iniciativas

A propósito das declarações de Freitas do Amaral, o presidente do CDS, Ribeiro e Castro, considera que a questão central não é a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, mas "a defesa dos valores da paz e da democracia".
Que irá ele fazer por isso?

6 comentários:

Anónimo disse...

A questão não é a dos "valores da paz e da democracia", mas a do valor da liberdade. A liberdade na Dinamarca significa que os muçulmanos podem praticar o seu culto sem que sejam publicamente acusados dos crimes terroristas cometidos pelos seus "irmãos" de religião. Mas também que um jornal pode publicar uma imagem de Maomé com um turbante que é na realidade uma bomba. Quem colocou a bomba no turbante do profeta não foi um caricaturista dinamarquês, foi um terrorista islâmico... Posto isto, se algumas caricaturas forem gratuitamente ofensivas (e poderão ser...) devem ser sujeitas a queixa no sistema judicial (há tribunais na Dinamarca, por muito que nos pareça estranho...). A agressão a pessoas e bens dinamarqueses, mas também da Noruega e da Suécia (é tudo o mesmo...) não é tolerável. Ainda menos é tolerável a submissa declaração do MNE ou a esfarrapada explicação do PM de que os países árabes são muito importantes para Portugal.
"quem pretende trocar a liberdade pela segurança não merece uma nem outra"
É indispensável manter alguma dignidade JF

Gonçalo Simões disse...

Subscrevo totalmente, Jorge.

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