28 outubro, 2009

CDS toma iniciativa


É o primeiro sinal de que o CDS-PP está disponível para chegar a um entendimento sobre a avaliação dos professores: os centristas vão começar por conversar com os sindicatos representativos dos professores e com os restantes partidos na Assembleia da República para se "chegar a soluções de consenso". O resultado desse entendimento parlamentar - que passará pela aprovação da suspensão do modelo de avaliação e de construção de um sistema alternativo - pretende balizar as negociações entre Governo e sindicatos. E servirá para condicionar o Executivo.

27 outubro, 2009

FENPROF pede suspensão até sexta-feira do modelo de avaliação


A FENPROF enviou esta manhã uma carta à nova ministra da Educação, Isabel Alçada, pedindo a suspensão urgente do modelo de avaliação dado que na próxima sexta-feira termina o prazo para as escolas definirem o calendário da nova fase do processo.

Expectativas


Título do DN dde hoje:
Governo prepara avaliação que satisfaça os professores.

25 outubro, 2009

Um discurso muito pouco convincente



Não sei o que é mais inquietante, se o conteúdo se a forma.


24 outubro, 2009

Só ele é que existe



Vasco Pulido Valente, Público

Depois de semanas de um inútil mistério e de grande especulação, foi anunciado o Governo. E toda a gente vai agora falar e escrever ininterruptamente sobre a coisa. Não percebo porquê. O Governo não mudou. Sócrates ficou com o pequeno grupo quetodo lo manda : Silva Pereira, Teixeira dos Santos, Santos Silva, Vieira da Silva e o dr. Amado. O resto, como explicava Cavaco, são "ajudantes". A intenção é, como sempre, aumentar e concentrar o poder do chefe, ou seja, dele mesmo. Não há outra. Sócrates quer uma obediência incondicional (ou até servil) e as mãos livres para decidir o que lhe apetecer. Sem explicações, nem obstáculos. Deixou o PS de fora (Jorge Lacão e Alberto Martins não contam) e não chamou qualquer "independente" com peso ou influência pública. No fundo, só ele existe.

Basta ver o currículo dos novos ministros. Na Agricultura, está um administrador do Hospital Espírito Santo em Évora e antigo membro de um Gabinete de Planeamento Agro-Alimentar. Nas Obras Públicas, um catedrático e antigo presidente do conselho directivo do ISEG. Na Educação, a coordenadora do Plano Nacional de Leitura. No Ambiente, uma empregada perene do próprio ministério, presidente do Instituto de Resíduos. No Trabalho, a secretária-geral adjunta da Confederação Europeia de Sindicatos. E, na Cultura, uma açoriana, secretária do Governo regional. Não há razão para duvidar da excelência pessoal e profissional desta extraordinária colecção de burocratas. Mas manifestamente nenhum tem a estatura e o prestígio para dizer "não" a Sócrates. E é disso que se trata.

Sócrates baniu a política do Governo - como Cavaco tentou, sem conseguir, no auge do "cavaquismo". A identidade política da esmagadora maioria dos ministros não é conhecida. Como, de resto, não era conhecida (e continua a não ser ) a identidade política de Ana Jorge ou de Silva Pereira, o "homem de confiança" e confidente do primeiro-ministro. Parece que tendem para um "socialismo" diluído e difuso. Uns tantos passaram pelo PC, onde aprenderam com certeza o valor da disciplina. Os mais típicos, como Dulce Pássaro, treparam pacientemente pelo funcionalismo de técnico superior a director-geral. Em geral, nunca se deram ao trabalho de contar o que pensam do mundo ou do país. Também não é preciso. Sócrates pensará por eles e eles pensarão o que Sócrates pensar.

Isabel Alçada vai seguir com actual modelo de avaliação dos professores


Numa altura em que a oposição se prepara para confrontar o Governo com a avaliação dos professores, tentando suspender o actual modelo, a TSF sabe que José Sócrates continua determinado em seguir em frente com este processo com a nova ministra da Educação, Isabel Alçada.

Para ouvir na TSF

Agenda


Segundo o Expresso "Novo governo dá prioridade total à avaliação dos profs"

> Governo vai apresentar solução para não ficar refém da oposição
> Executivo disposto a negociar “propostas construtivas”
> Avaliação dos professores é o grande teste antes do Orçamento
> Ministra só foi convidada ao início da tarde de quinta-feira

23 outubro, 2009

Dúvida



Que farei com este cargo? questionar-se-á Isabel Alçada.

No mínimo, matéria para mais uma aventura.

21 outubro, 2009

Avaliação tem que ser suspensa já, apelam blogues e movimentos de professores


“Não podemos esperar mais”. O alerta partiu hoje de seis blogues animados por docentes e quatro movimentos independentes de professores, que subscrevem um manifesto em prol da suspensão urgente do modelo de avaliação.

“Independentemente das alternativas que importa construir de forma ponderada, é urgente que a Assembleia da República decida sem demoras parar já com as principais medidas que desestabilizaram a educação, sob pena de arrastar o conflito em cada escola e nas ruas”. No manifesto recorda-se que, “se até lá nada for feito”, as escolas terão, por lei, de fixar o calendário de avaliação docente até ao próximo dia 31. Um cenário que está a agudizar o “ambiente crispado e negativo” nas escolas.
O PCP, o Bloco de Esquerda e os Verdes já entregaram no Parlamento novas propostas com vista à suspensão do modelo de avaliação e ao fim da divisão da carreira entre titulares e não titulares. Conforme o PÚBLICO noticia na sua edição de hoje, a oposição no conjunto deverá apoiar estes objectivos, votando a suspensão num primeiro momento e deixando para depois a apresentação de alternativas tanto ao modelo de avaliação, como ao Estatuto da Carreira Docente, que consignou a divisão entre titulares e não titulares.
Estas medidas "criaram o caos na escola", frisam os subscritores do manifesto, que acrescentam: "A burocracia, a desconfiança e o autoritarismo jogam contra a melhoria das aprendizagens. Quem perde é a escola pública".
O documento é subscrito pelos blogues A Educação do Meu Umbigo, ProfAvaliação, Correntes, (Re)flexões, Outròlhar, O Estado da Educação; e pelos movimentos APEDE, MUP, Promova e MEP. O Promova apelou também hoje às escolas e professores para enviarem emails aos grupos parlamentares do PSD, CDS/PP, BE e PCP, manifestando a sua “expectativa e o empenho em verem revogadas aquelas medidas, com a maior urgência possível”.

Uma afegã


Rui Tavares, Público

Em todas as guerras acontece isto: a morte de um soldado ocidental, particularmente no início, merece primeira página nos jornais e longas transmissões nos telejornais. A morte de muitos civis do país invadido, particularmente quando se banalizam, torna-se invisível e inconveniente, um assunto desagradável de referir. E, se é desagradável, rapidamente deixa de ser referido.

Sabemos que é assim. E também sabemos que não pode ser bom que seja assim. Podemos justificá-lo com muitas razões. Mas sabemos, no fundo de nós, que são justificações que não nos satisfazem. Podemos até habituar-nos. Mas sabemos que há algo de profundamente errado e imoral em ignorar a morte e o sofrimento no país invadido. E, porém, sabemos que o fazemos. E raramente surge uma pessoa que nos obriga a encará-lo.

Este fim-de-semana ouvi uma mulher de 31 anos, chamada Malalai Joya, dizer algo como isto: "O povo afegão - o meu povo - sangra e sofre como qualquer outro, mas o sofrimento dele tornou-se invisível, porque não se pode questionar a ocupação."

Talvez fosse fácil desvalorizar as palavras dela se Malalai Joya fosse uma fundamentalista ou uma herdeira dos taliban. Nem vale a pena ir por aí, porque não é. Deputada na Assembleia Constituinte aos 25 anos, não esteve lá para compor o ramalhete; fez um discurso em que se perguntava como seria possível reconstruir o Afeganistão colocando os "senhores da guerra" no poder. Numa assembleia em que até essa expressão era tabu, Malalai Joya foi imediatamente expulsa. Eleita na sua província, regressou ao Parlamento, mas tem vivido clandestina, sob ameaças de morte e suspensões. Aos taliban chama assassinos de mulheres e gente "medieval". Até aí tudo bem. Aos governantes chama corruptos e coniventes. Até aí, menos mal. Mas não poupa os ocidentais - e é aí que a coisa começa a complicar-se.

Ao ouvi-la, pensei: desde que nasci que ouço falar do Afeganistão. Há sempre uma guerra por lá - a dos soviéticos, a guerra civil, o regime taliban, a invasão ocidental. Já ouvi russos, americanos e ingleses - e até iranianos e paquistaneses - explicar o que se deve fazer ao Afeganistão. E creio que só agora estou a ouvir uma afegã - mulher, democrática e muito corajosa - dizer o que não se deve fazer à sua terra.

Entretanto, a situação no país está cada vez mais igual - como dizê-lo? -, igual ao que sempre foi. Além dos senhores da guerra e dos corruptos, até os taliban são cooptados para entrar no poder. Os democratas - a própria Malalai o afirma - contam-se pelos dedos das mãos e só seriam apoiados se dissessem o que queremos ouvir. A fraude eleitoral faz-se nas barbas dos aliados e a guerra, se não lhe quiserem chamar perdida, pensem então nisto: nem sabemos o que seria uma vitória ali. E esta situação intratável é aquilo que nós somos chamados a preservar.

Às alternativas de Malalai não se pode chamar solução: pedir desculpas aos afegãos, retirar tropas, impedir a participação das potências vizinhas em forças de paz, apoiar o desarmamento, a escolarização e as forças democráticas incipientes. São caminhos difíceis, e com prognóstico muito difícil.

Mas o caminho actual não presume alternativas e, como tal, está a tornar-se numa edição refundida e ampliada de todos os erros e disparates do passado. Quanto mais tarde o reconhecermos, pior será.

20 outubro, 2009

Ao que isto chegou!


Saramago e a Bíblia:
Aqui

Por sua vez o eurodeputado social-democrata Mário David exortou Saramago a renunciar à cidadania portuguesa por se sentir “envergonhado” com as recentes declarações do Nobel.

18 outubro, 2009

Rankings


Sazonalmente, aí estão eles, os rankings.
Todos sabemos que valem o que valem. Apesar disso, há quem teime em dar-lhes mais valor do que aquele que têm.
Como sabemos, o ensino público ganha muito pouco com isto.

O dossier do Público


Na minha rua


A CM de Lisboa lançou recentemente um serviço online onde se podem fazer queixas sobre problemas existentes na cidade.

http://naminharua.cm-lisboa.pt/

Virtualidades do magalhães





17 outubro, 2009

Vamos a eles!


O BE e o PCP apresentaram na (nova) AR iniciativas legislativas que visam a suspensão da avaliação dos professores.

A ver vamos se é desta que a chamada oposição se une para manter a coerência sobre o que afirmou outrora.

16 outubro, 2009

Ministra da Educação diz que problemas actuais das escolas "não têm paralelo na história da educação”


A ministra da Educação afirmou hoje que as escolas enfrentam “obstáculos e dificuldades” sem paralelo na história do sector para conseguirem responder ao alargamento da escolaridade obrigatória para os 12 anos.

A ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que intervinha na cerimónia comemorativa dos 100 anos do Liceu Camões, em Lisboa, considerou o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos “uma das mais importantes medidas” do mandato que agora termina, mas admitiu que esta alteração implicará o aumento das “dificuldades e dos obstáculos hoje já sentidos” nas escolas.

Alargar é fácil.Os problemas vêm depois...

13 outubro, 2009

A minha escola e a prevenção da infecção VIH


O concurso escolar "A minha escola e a prevenção da infecção VIH" dinamizado pela Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida e pela Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular foi lançado publicamente a 2 de Dezembro de 2008, no Centro Cultural de Belém, e teve como objectivo estimular a realização de projectos de educação para a saúde na área da prevenção da infecção VIH nas escolas dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário. Na data em que findou o prazo para a recepção de inscrições, 28 de Fevereiro de 2009, contaram-se 216 candidaturas de escolas básicas e secundárias de todo o país. A 30 de Junho de 2009 terminou o prazo para envio dos relatórios das actividades realizadas pelas escolas no âmbito do concurso.

Tendo em conta os critérios acima mencionados, o júri atribuiu os prémios às seguintes escolas:

ENSINO BÁSICO

1º Prémio Escola EB 2/3 João Afonso de Aveiro. Aveiro

2º Prémio Escola EB 2/3 Dr. João Barros, Figueira da Foz

3º Prémio Escola EB 2/3 Alexandre Herculano, Sra. da Guia, Santarém


Prémios de Mérito

Impacto na Comunidade Escola EB 2/3 D. Manuel I, Pernes - Santarém

Inovação Escola Secundária c/ 3º ciclo de Ponte de Lima

Coordenação do Projecto Escola EB 2/3 Evaristo Nogueira, S. Romão - Seia

ENSINO SECUNDÁRIO

1º Prémio Escola Profissional de Torredeita

2º Prémio Escola Secundária de Ermesinde

3º Prémio Escola Secundária Rainha Santa Isabel, Estremoz

Prémios de Mérito

Impacto na Comunidade Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, Portimão

Inovação Escola Secundária com 3º ciclo do Fundão

Coordenação do Projecto Escola Secundária c/ 3º ciclo D. Manuel I, Beja

A sessão pública de entrega dos prémios vai ocorrer às 11h00 do dia 7 de Outubro no Fórum Cultural de Ermesinde.


Registo, com agrado, que a Escola Profissional de Torredeita conquistou o 1º prémio, no Ensino Secundário.

Obama fica a dever


José Vítor Malheiros, Público

Resta esperar que Obama saiba distinguir entre a promoção da paz e o abandono das responsabilidades globais dos EUA.


Nos últimos dias ficámos a saber tudo aquilo que Obama ainda não fez e que, caso tivesse feito, poderia ter justificado plenamente a atribuição do prémio da Paz que o Comité Nobel Norueguês decidiu entregar-lhe na semana passada.

Mas ficámos também a saber tudo aquilo que Obama já fez pela paz e, mesmo que se considere o currículo insuficiente para justificar o prémio norueguês (a quem toda a gente tem chamado "sueco"), devemos concordar que é alguma coisa - a começar pelo seu "esforço para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos", pelo seu trabalho "para alcançar um mundo sem armas nucleares", pela sua defesa da "diplomacia multilateral" e pela "ênfase no papel que as Nações Unidas e outras instituições internacionais" devem ocupar em vez da pose arrogante, unilateral, belicista e imperialista de W. Bush.

As críticas a esta atribuição do Nobel a Obama giram sempre em torno de uma declaração segundo a qual o Presidente americano "não fez nada" - ou "ainda" não fez nada, conforme as expectativas da pessoa que fala - em prol da paz. Penso que é absurdo dizer que Obama não fez nada pela paz e partilho o sentimento do Comité Nobel Norueguês quando este diz que o Presidente americano deu às pessoas de todo o mundo "um sentimento de esperança num futuro melhor" - e partilho o seu sentimento de que isso não é pouco. É evidente que é mais fácil termos consciência de uma corrida nuclear (e mais ainda de uma guerra nuclear) que de uma détente- adétentecorre bem quando nada acontece -, mas seria profundamente errado imaginar que o discurso de Praga,soft power por excelência, não possui poder. São as palavras que mudam o mundo, são as palavras que criam o mundo, são as palavras que mobilizam as pessoas e foi por aqui que Obama começou. Dizer que o discurso de Obama no Cairo foram apenas palavras é estar fora do mundo e desconhecer como funcionam as pessoas - seria nem sequer perceber o princípio e o fim da política. Reconhecer a importância dessa mudança de discurso (que é estratégica porque é mobilizadora de vontades e de acção por todo o mundo, porque cria uma nova norma e novos procedimentos) é simplesmente honesto.

Posto isto, é evidente que este prémio Nobel constitui um incentivo a uma dada linha de acção - como o Nobel faz tantas vezes - mais do que um reconhecimento da acção passada. O Nobel da Paz já foi dado a pessoas menos do que recomendáveis (Henry Kissinger e Yasser Arafat vêm naturalmente à ideia) e o Nobel da Paz, mais do que uma instância de justiça histórica, gosta de se ver como um instrumento político de promoção da paz - mesmo quando tem de engolir uns sapos.

O que o Nobel da Paz dado a Obama significa é a renovação do aval dado pelo mundo democrático a esta nova postura dos EUA, é um incentivo e uma declaração de apoio - apoio de que Obama necessita em termos globais mas também nacionais, acossado como está por uma extrema-direita cada vez mais arrogante e mais violenta nos seus ataques ao Presidente.

É verdade que o Nobel pode ser um presente envenenado para Obama - como Jorge Almeida Fernandes referia no sábado nestas páginas -, mas resta-nos esperar que, usando a coragem e a inteligência que já demonstrou, o Presidente americano não peque nem por excesso (para mostrar internamente a sua determinação) nem por defeito (cedendo a uma imagem pacifista) e saiba distinguir entre a verdadeira promoção da paz e o que seria o abandono das responsabilidades globais dos EUA. É evidente, por exemplo, que a paz no Afeganistão nunca se alcançará através do abandono militar e deixando o terreno livre aos taliban, mas através de uma política que alie o reforço da intervenção militar à construção de escolas. É isso que Obama tem de compreender e de fazer.

É certo que, com este Nobel, Obama fica a dever. E trata-se de uma dívida demasiado grande para poder ser perdoada. Mas ficou também claro que se trata de uma dívida que muitos de nós, em todo o mundo, queremos ajudá-lo a pagar.

Comparar o incomparável


Notícia do Público:
E, ao fim de oito anos, o Óscar foi para uma escola pública. O que acontece pela primeira vez desde que os rankings das escolas do secundário começaram a ser publicados. Mas este feito não aponta para uma tendência. Pelo contrário: no rankingde 2009, elaborado, como os dos anos anteriores, com base nas médias dos oito exames nacionais das disciplinas mais concorridas, as escolas públicas têm a sua pior performance dos últimos anos. Só uma tem lugar entre as 20 com melhores médias (há quatro anos estavam sete no lote) e essa é a primeira da lista, mas é também um caso especial.

Trata-se da Escola Secundária Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Braga, uma escola do ensino especializado, que tem alunos do 1.º ao 12.º ano. No secundário, 14 fizeram exame este ano e só à disciplina de Matemática. Média alcançada: 15,81 (numa escala de 0 a 20), mais baixa que os 16,30 alcançados em 2008 pela Academia de Música de Santa Cecília, que o ano passado ocupou o primeiro lugar. A escola de Braga é também a primeira pública na listagem das escolas do ensino básico. Surge na 14.ª posição entre os estabelecimentos de ensino com mais de 50 provas realizadas, com uma média de 3,89.

Qual a razão pela qual ainda se continuam a revelar estes resultados? A quem é que servem? Seguramente não é à escola pública!

Heróica noitada


Foi uma longa noite.... com muitos solavancos.
Resistimos, estoicamente, para podermos saborear o desfecho de Lisboa. Já a madrugada se fazia sentir quando chegou a boa nova da maioria absoluta do António Costa e, por isso, a eleição da Maria João, vereadora nº 9.
Valeu a pena ver como Costa vale muito mais que Sócrates.

João, cá estamos para dar o nosso contributo para uma cidade mais humana.